O França.br prossegue por todo o ano de 2009. Tantas imagens lindas, tantas lembranças tecendo laços cada vez mais estreitos entre os dois países. Para a CCFB, eu desejo que 2009 seja um período de mudanças em sua atividade e na de seus associados, direcionando-se, de uma vez por todas, para o desenvolvimento sustentável. Com o objetivo de lançar este movimento, nós programamos, em 2009, dois eventos ligados ao tema, além de nosso tradicional Prêmio LIF (Liberdade, Igualdade e Fraternidade):
- A 1ª Corrida e marcha para a integração social (12 de julho de 2009, em São Paulo)
- O Fórum de desenvolvimento sustentável sob o alto patronato dos Presidentes Lula e Sarkozy (8 de setembro de 2009, em Brasília).
O evento de 12 de julho, nas ruas de São Paulo, foi um sucesso, reunindo 1.500 pessoas. Lembramos que cem por cento da verba arrecadada com as inscrições foi revertida para ONGs parceiras, no Rio de Janeiro (Fundação gol de letra, Solidariedade França Brasil), em São Paulo (Casa do Zezinho), Curitiba (Associação borda viva) e Belo Horizonte (Grupo de apoio à criança e ao adolescente da Cabana e região). O secretário do Esporte da cidade de São Paulo, Walter Feldman, que participou de nossa primeira manifestação, elogiou a CCFB de forma calorosa, reconhecendo a importância do evento e esperando que ele se torne um encontro habitual e anual da CCFB com as ONGs parceiras. O fato de ter, em um mesmo local, em uma manhã de um domingo de invern
- as autoridades francesas (a começar pelo cônsul geral, Jean-Marc Gravier) e brasileiras;
- os patrocinadores do evento (Rhodia, que forneceu as tecnológicas camisetas; Renault, que forneceu um automóvel Sandero; Carrefour, que disponibilizou os kits de bebidas e alimentação;
e a Société Générale);
- 1.500 participantes de todas as idades (menção especial ao membro da CCFB, Jean Avril) e origens.
Gostaria de agradecer a todos, especialmente a Anne Louyot, comissária-geral do Ano da França no Brasil, que contribuiu com a criação desse evento. Parece-me que nossas empresas devem, cada vez mais, se distinguir por um comportamento ético e de desenvolvimento sustentável. Todos devemos mudar nossa forma de trabalhar, de conceber o lugar da companhia na sociedade. Para isso, o fato de estar no Brasil é uma sorte, no que diz respeit
- ao meio ambiente, por exemplo, com a necessidade de preservar a Amazônia;
- às energias renováveis, principalmente na pesquisa sobre combustíveis limpos;
- à responsabilidade social, como, por exemplo, as ONGs notáveis e inovadoras.
Em todos estes setores, a França e o Brasil podem tecer parcerias, desenvolver ainda mais a relação histórica descrita na obra da CCFB A presença francesa no Brasil. Nossos dois países e nossas empresas podem ir além no que diz respeito à responsabilidade, implementando uma forma de trabalhar na qual os resultados financeiros não sejam mais a única variável. O desafio está à nossa frente. É algo fascinante se soubermos aproveitar. O século 21 será, então, mais justo,
mais imparcial e mais responsável.